
– Nota de la Articula ción Internacional de Afectados y Afectadas por Vale S.A.
En el día 05 de noviembre de 2015, otra noticia impactante y terrible que implica la megamineria y la Vale S.A. nos ha devastado.
Una presa de residuos mineros de la empresa Samarco Mineradora S.A., asociación entre la Vale S.A. (50%) y la BHP Billiton Brasil Ltda (50%), y que también era destinatario de los residuos de otras minas de Vale S.A. en la región, entre las cuales la mina Alegría, rompió en el estado de Minas Gerais, en el distrito de Bento Rodrigues, entre las ciudades de Mariana y Ouro Preto.
El Distrito está completamente enterrado bajo lodo tóxico, siendo el acceso al lugar posible únicamente en helicóptero. Hay un sinnúmero de personas sin hogar y hasta el momento se han contabilizado al menos 16 muertos, 45 desaparecidos y un sinnúmero enterrado. La situación sobre el terreno sigue siendo muy grave y hay riesgo de nuevos deslizamientos de tierra. Inicialmente, sólo el distrito de Bento Rodrigues había sido afectado, pero la inundación de los residuos sigue afectando a otros distritos y municipios, llegando a 60 km del sitio.



Una represa de una compañía minera colapsó en el sudeste de Brasil y al menos 15 personas resultaron muertas y otras 45 se encuentran desaparecidas, señalaron medios locales.

CARTA DA ARTICULAÇÃO INTERNACIONAL DOS ATINGIDOS E ATINGIDAS PELA VALE EM APOIO AOS ACAMPAMENTOS DE CANAÃ DOS CARAJÁS E EM SOLIDARIEDADE AOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS VISITADAS DURANTE A CARAVANA NORTE (04 A 11/08/2015).
Entre os dias 13 e 15 de agosto deste ano, mais de 100 mulheres e homens do Brasil, Moçambique, Peru, Colômbia, Suíça, Canadá e Argentina estiveram reunidos no V Encontro Internacional das Atingidas e Atingidos pela Vale. Foi uma oportunidade para debater as experiências acumuladas, assim como para traçar estratégias no enfrentamento das violações cometidas pela mineradora Vale por todo o mundo.
El texto judicial asegura que la contaminación es la causa de la malformación de fetos y enfermedades graves en la región. La Justicia brasileña ordenó hoy a la minera Vale suspender las actividades de la mina de níquel de Onça Puma, en el norteño y amazónico estado de Pará, hasta que la empresa cumpla con las medidas compensatorias con las aldeas indígenas afectadas por el proyecto. Una forma de pagar para seguir destruyendo y contaminando.
A empresa está entre as maiores mineradoras do mundo, é a número um na extração de ferro, nas manufaturas chamadas pelotas e em níquel. Em 2014, teve receita líquida de US$37,5 bilhões, pagou US$4,2 bilhões em dividendos, contabilizou oito mortes por acidentes de trabalho e recebeu 3.096 reclamações e demandas das comunidades, a maioria em Minas Gerais e Pará, embora atue em 30 países. No Relatório de Sustentabilidade 2014 da empresa também constam 44 casos de conflitos pelo uso da terra, com 33 ocupações “indevidas” e remoções de 8.406 famílias em Moçambique e Malauí, para construção do Corredor de Nacala, cujo objetivo é transportar carvão mineral da mina de Moatize para o porto via ferroviária. Com 73 anos de operação, 18 deles como empresa privada, negociada por US$3,4 bilhões em 1997, certamente a maior barbada que o mercado mundial conheceu no século XX – uma das grandes obras do tucanato brasileiro – criou uma ouvidoria há um ano.
O Centro de Tecnologia Mineral, órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, publicou no ano passado o livro “Recursos Minerais e comunidade – impactos humanos, socioambientais e econômicos”, com 393 páginas e reúne 105 casos de extração mineral distribuídos por 22 estados e cinco regiões – grátis e está disponível
Todos os anos, empresas como a Vale S.A. precisam ser submetidas a uma avaliação sobre seus impactos na economia, meio ambiente, sociedade e governança. Em geral, esses relatórios oficiais passam longe da realidade das comunidades cotidianamente atingidas pelas ações da empresa. Como forma de rebater as informações e mostrar quais os reais danos causados pela corporação, a Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale (AV) elabora o Relatório de Insustentabilidade da Vale.
«Lucrar por encima de todo y de todos, extrayendo el máximo de recursos naturales, con los menores costos posibles, a partir de la desobstrucción de cualquier problema: legislación laboral y ambiental y derechos humanos”. Es así como la Articulación Internacional de los Damnificados por la Vale interpreta la actual participación de la empresa multinacional brasilera, que opera en los sectores de minería, logística, energía, siderurgia y petróleo. Para denunciar esta realidad, la entidad acaba de lanzar el Informe de Insustentabilidad de la Vale 2015, en el que denuncia más de 30 casos de violaciones de derechos en tres continentes.