Há pouco mais de 18 anos, em 6 de março de 1997, era publicado em Diário Oficial o edital de venda da então Companhia Vale do Rio Doce S.A, rebatizada em 2006 para Vale S.A. Em 6 de maio do mesmo ano realizava-se o leilão que passou a Vale da posse do Estado brasileiro para as mãos de um grupo de empresas privadas.
Após deter-se num exame minucioso do edital que apresentava as condições do negócio, o advogado Eloá dos Santos entrou com uma ação popular questionando a validade deste. A desestatização já era noticiada como fato consumado antes mesmo da realização do leilão.



Nesta sexta-feira, 17, movimentos sociais e entidades que integram a Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale realizaram ato simbólico na sede da empresa, no centro do Rio de Janeiro. Enquanto a Vale realizava mais uma assembleia de sócios na Barra da Tijuca, os manifestantes denunciaram as violações de direitos e os crimes cometidos pela empresa como submeter trabalhadores à condições de trabalho análogas ao escravo, casos de espionagem contra funcionários e movimentos sociais, ameaça às reservas de água, poluição e adoecimento das populações próximas às usinas, dentre outras. Além disso, os movimentos entregaram o
Informe denuncia violaciones de derechos cometidas por la multinacional brasileña Vale.
Dos palabras -oportunidad y riesgo- atraviesan los espíritus de los 90 mil habitantes de Paracatú cuando hablan de la Colina del Oro, depósito de unas fabulosas reservas de oro que están siendo explotadas por la empresa canadiense Kinross, siendo que el depósito del mineral tiene altas concentraciones de arsénico.
As empresas brasileiras que violam direitos humanos em países latino-americanos vêm sendo alvo de denúncias na Cumbre de Los Pueblos, que acontece em Lima de 8 a 11 de dezembro, de forma paralela a Conferência Climática das Nações Unidas, a COP-20. Além da construtora Odebrecht, com o caso da hidrelétrica de Chadín II, houve denúncias sobre a atuação da mineradora Vale no norte do Peru.
Declaración final del II Encuentro Latinoamericano sobre Iglesia y Minería
Artigo publicado nesta quinta-feira (6) na revista “Science” traz a análise feita por pesquisadores brasileiros e estrangeiros sobre os danos que o novo Código de Mineração, em análise no Congresso, e as obras de megaprojetos, como as hidrelétricas, podem causar em áreas de proteção ambiental integrais do país.
Tras las recientes elecciones presidenciales en Brasil, un grupo de científicos brasileños y británicos publican hoy un informe en Science en el que alertan de que nuevas leyes amenazan a los pueblos indígenas y a las áreas protegidas, que albergan ecosistemas únicos, y pueden dejar paso a las explotaciones mineras y embalses destinados a la producción de energía hidroeléctrica.
Após 11 horas de reunião do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) em Diamantina, Minas Gerais, a licença de operação para dar início ao projeto Minas-Rio, da britânica Anglo American, foi liberada. Apesar disso, várias condicionantes que se arrastam desde a licença prévia não foram cumpridas, justificando os quatro votos contra, entre eles o do Ministério Público Estadual.
A maior operação da Anglo American no mundo pode ter sua licença de operação (LO) dada em reunião do Conselho Estadual de Política Ambiental (COPAM) do Jequitinhonha na próxima segunda (29), apesar das centenas de condicionantes que ainda não foram cumpridas. A licença de operação é a última etapa do processo de licenciamento ambiental de um empreendimento, que precisa ter antes a licença prévia e a licença de instalação. O Projeto Minas-Rio tem sua mina localizada em Conceição do Mato Dentro (MG) e possui o maior mineroduto do mundo, com 525 km de extensão, atravessando 32 municípios mineiros e fluminenses até chegar ao terminal de minério do porto do Açu em São João da Barra (RJ).